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Degeneração Discal

Assim como todas as partes de nosso corpo, os discos intervertebrais também degeneram, ou seja, envelhecem. Os discos intervertebrais envelhecem acentuadamente, degenerando e perdendo suas características normais, muitas vezes causando problemas.

A degeneração discal é um processo normal, que envolve as duas regiões do disco o núcleo pulposo e o ânulo fibroso. A condição gerada é chamada de doença degenerativa do disco (DDD) e pode acontecer na região cervical, lombar e/ou torácica. Com a idade ocorre a desidratação e o ressecamento do disco intervertebral, particularmente o núcleo pulposo, o que gera o seu desgaste. Essas alterações normalmente iniciam na terceira década da vida e tornam-se importantes em indivíduos idosos. O núcleo se torna quebradiço e perde a capacidade de amortecimento. O disco intervertebral perde altura (colapso do disco) e normalmente formam-seabaulamentos, protrusões e hérnias discais, que podem levar os sintomas para os membros superiores ou inferiores.

Mas nem toda alteração do disco intervertebral é candidata para cirurgia. A grande maioria dos casos de degeneração discal é resolvida através de tratamento conservador não cirúrgico. Mas nos casos em casos em que o paciente não é beneficiado por estes tratamentos por pelo menos seis meses pode ser considerado o tratamento cirúrgico.

Para problemas de degeneração do disco, as cirurgias mais indicadas são procedimentos onde  há a retirada da fonte direta de dor e causadora de dores secundárias (compressões de canal medular e de raízes nervosas, e mau-alinhamento das vértebras): o disco intervertebral. Nestes procedimentos, o disco pode ser substituído por um calço, aumentando a separação entre vértebras e liberando as estruturas nervosas de uma compressão. Assim, há o alívio da dor causada pela doença. Na artrodese, o calço estabiliza e fusiona o nível afetado e pode ser de forma minimamente invasiva pelo acesso lateral.

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