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Visite também: IPC - Instituto de Patologia da Coluna - Cirurgia e Tratamento da Coluna

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O alinhamento pode ser separado em alinhamento coronal (afetado por exemplo pela presença de escoliose) e em alinhamento sagital (afetado por exemplo pela presença de uma hipercifose) (Figura 1).

Fig 1 – Alinhamentos Sagital e Coronal da Coluna (Verdes: Alinhamento correto; Vermelho: Desalinhado)

O alinhamento da coluna vertebral é essencial para manter o corpo em perfeito equilíbrio, este depende da interação sinérgica da lordose lombar, cifose torácica e lordose cervical (Figura 2). Um bom alinhamento é refletido na postura corporal, causando pouco gasto energético da musculatura.

Fig 2 – Representação da distribuição de lordose e cifose na coluna cervical. Imagem demonstrando paciente alinhado. (Verde: Lordose; Laranja: Cifose).

UMA COLUNA DESALINHADA LEVA A UM DESEQUILÍBRIO DO TRONCO PARA FRENTE E GERA ALTÍSSIMO GASTO DE ENERGIA PARA QUE O INDIVÍDUO CONSIGA FICAR DE PÉ OU DEAMBULAR. Mesmo que o indivíduo não apresente o tronco totalmente jogado à frente dos membros inferiores, ele pode sofrer sintomas clínicos se a coluna estiver descompensada, isso acontece por que o corpo passa a utilizar mecanismos compensatórios da coluna, que exigem muita energia, gerando quadro incapacitante (Figura 3).

Os sinais clínicos são dor lombar por fadiga muscular quando ereto ou deambulando, dor glútea e dor nas panturrilhas, perda da linha horizontal da visão, hiperlordose cervical, dificuldade de permanecer ereto ou deambular por alguns minutos.

Fig 3 – Estágios do alinhamento sagital.  * Note que no quadro amarelo o paciente parece estar alinhado, mas ao custo da flexão das pernas.

Fonte: modificado de Lamartina C e colaboradores. Eur Spine J 2014;23(6):1177–89.

 

Para ler sobre avaliação e correção do Alinhamento Sagital clique aqui