Os principais vilões da coluna e aprenda a prevenir dores nas costas


A dor de 540 milhões que vão atingir 80% das pessoas. Veja como se proteger

Realizar atividades rotineiras de maneira errada ou adotar postura incorreta repetidamente podem trazer sérios danos para a coluna. As pessoas que desenvolvem problemas e se queixam de dor costumam errar ao sentar para trabalhar ou até na hora do descanso, carregam peso de forma errada ou além da sua capacidade. Além disso, o uso de colchão de má qualidade, já gasto, e o hábito de se deitar de maneira errada favorecem a dor na coluna.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 80% da população mundial desenvolverão, ao menos, um episódio de dor nas costas durante a vida. No Brasil, esse incômodo é considerado comum, atingindo cerca de 36% da população, segundo dados da Escola Nacional de Saúde Pública. Por isso, adotar hábitos simples no dia a dia pode ajudar a evitar graves problemas de coluna.


O alongamento precisa fazer parte do dia a dia das pessoas.

O alongamento precisa fazer parte do dia a dia das pessoas. É uma tarefa essencial para quem quer prevenir as dores. São medidas simples como movimentar o pescoço da esquerda para direita, fechar e abrir a mão, entre outros”.Conheça os principais vilões da coluna e aprenda a se prevenir:– Postura inadequada durante atividades físicas– Calçados inapropriados para cada tipo de piso ou situação– Sedentarismo– Sobrepeso ou obesidade– Ergonomia inadequada no trabalho (mesa e cadeira) e em casa (cozinha, colchão, sofá)– Excesso de peso nas mochilas ou bolsas– Uso excessivo de celular, tablets, notebooks e outros equipamentos eletrônicos que exigem da pessoa manter a cervical na mesma posição por muito tempo– Sofás, poltronas e cadeiras com espuma gasta– Mau posicionamento dos bancos do carro e embreagem ou pedais muito duros– Movimentos repetitivos ou posturas que se mantêm por longos períodos, assim como a sobrecarga da região lombar.

Saiba quais são os principais vilões da coluna e aprenda a se prevenir: - Postura inadequada durante atividades físicas;- Calçados inapropriados para cada tipo de piso ou situação;- Sedentarismo;- Sobrepeso ou obesidade;- Ergonomia inadequada no trabalho (mesa e cadeira) e em casa (cozinha, colchão, sofá);- Excesso de peso nas mochilas ou bolsas; - Uso excessivo de celular, Ipads, notebooks e outros equipamentos eletrônicos que mantém a cervical na mesma posição por muito tempo;- Sofás, poltronas e cadeiras com espuma gasta;- Mau posicionamento dos bancos do carro e embreagem ou pedais muito duros;- Movimentos repetitivos ou posturas que se mantêm por longos períodos, assim como a sobrecarga da região lombar

80% das pessoas terão dores nas costas

Veja como se proteger:

De cada dez pessoas, oito terão dores nas costas ao longo da vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Na maioria das vezes, essas dores não têm uma causa específica, mas também podem ser provocadas por hérnias de disco, estenoses, tendinites, listeses, artrite reumatoide, entre outras doenças. Saiba como elas podem lesar sua coluna e veja como se proteger.

Dores nas costas inespecíficas — Representam aproximadamente 85% dos casos, "As dores são inespecíficas quando mesmo após história clínica, exame físico e exames adicionais não conseguimos afirmar que determinada alteração de imagem seja a causa da dor".

Hérnia de disco — Os discos localizados entre as vértebras que formam a coluna espinhal saem da sua posição normal e passam a comprimir as raízes nervosas, causando pressão sobre elas e, consequentemente, dor. O desgaste pelo tempo e a genética estão entre as causas principais da hérnia de disco lombar, mas forçar as costas para levantar peso excessivo também pode ser um desencadeador desse problema, assim como o tabagismo.

Estenose — Trata-se de um estreitamento do canal medular (local por onde passa a medula e raízes nervosas) da coluna. Na maioria das vezes, a estenose lombar é um problema natural relacionado ao envelhecimento, mas pode ter causas congênitas ou ser provocada por tumores.

Tendinite — É uma inflamação dos tendões, que são as estruturas que ligam os músculos aos ossos. Quando afeta o ombro, a tendinite pode irradiar para a região das costas. A principal causa desse tipo de tendinite é o uso excessivo dos braços em tarefas laborais ou atividades esportivas.

Listese (espondilolistese) —É o escorregamento ou a subluxação de uma vértebra sobre a outra na região da coluna. Esse problema pode ocorrer por defeitos genéticos de formação, envelhecimento, traumas por quedas ou pela presença de tumores.

Artrite reumatoide — É uma doença inflamatória crônica que geralmente afeta as pequenas articulações das mãos e dos pés, mas também pode atingir as costas, causando dor. A artrite reumatoide é uma doença autoimune, ou seja, faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os tecidos saudáveis por engano. Como o estrógeno (hormônio feminino) tem mais poder de estimular a imunidade que a testosterona (hormônio masculino), as mulheres acabam sendo as mais afetadas, pois seu organismo tem maior ativação do sistema imune e, consequentemente, dos anticorpos "agressores". Outros fatores de risco são: envelhecimento, obesidade, histórico familiar deste problema e doenças associadas, como diabetes e gota.

Como prevenir as dores nas costas?

Apesar de as dores nas costas estarem associadas muitas vezes ao envelhecimento e ao desgaste natural da coluna, elas também são comuns nas pessoas jovens. Existem dois grupos etários que se queixam mais desse problema: dos 20 aos 25 anos de idade e dos 40 aos 60 anos de idade. O primeiro grupo marca o ingresso no mercado de trabalho e o segundo, a aproximação da terceira idade. Em ambos os casos, são períodos em que as pessoas tendem a diminuir a movimentação corporal.

Por isso, a prática regular de atividade física é um dos meios mais eficazes de prevenção das dores nas costas. No entanto, isso deve ser feito com orientação de um profissional, pois ele saberá indicar os melhores exercícios para cada pessoa. Outras ações que ajudam a prevenir as dores nas costas são:

Perder peso, para quem estiver acima do peso.Não fumar.Escolher cadeiras confortáveis para trabalhar e usar o computador. Caminhar por cinco minutos a cada duas horas sentado.Evitar movimentos repetitivos que envolvam a articulação do ombro.Evitar o uso de calçados com saltos muito altos (acima de 4 cm).Evitar carregar, sem preparo, pesos superiores a 10% de seu peso.Evitar colchões muito duros ou moles demais.

Como diagnosticar e tratar as dores nas costas?

As dores nas costas merecem atenção médica, sobretudo quando são intensas por mais de um dia e não passam após período de descanso; ou quando se tornam frequentes com crises que vão e voltam.

Os médicos avaliam as pessoas com dores nas costas levando em conta seus sintomas e estilo de vida e, com o auxílio de exames de imagens, como ressonância magnética e tomografia computadorizada, detectam a presença ou não de doenças que podem estar causando as dores.

Como a maioria dos casos de dores nas costas não tem uma causa específica, o tratamento tende a ser para o alívio da dor com medicamentos orais ou sob a pele na região dolorida, acompanhado de compressas de água quente (tensão muscular) ou gelo (inflamação) e fisioterapia.


A dor de 540 milhões

Considerada um das condições mais incapacitantes, a dor lombar pode ser ainda pior quando os sintomas são negligenciados. É o que aponta o estudo publicado recentemente pela revista científica “The Lancet”, segundo o qual 540 milhões de indivíduos sofrem com dor nas costas – e a maioria dos pacientes recebem tratamento errado. A pesquisa foi conduzida por cientistas de 12 países e revelou que taxa de incapacidade causada pela dor lombar aumentou 50% desde a década de 1990.

Não existe um fator específico que desencadeia o problema, considerado mais um sintoma do que uma doença. Emoções como estresse e ansiedade podem hipersensibilizar o sistema de alarme da dor e isso faz com que a percepção de desconforto e incapacidade seja exacerbada em pacientes com lombalgia, que atinge principalmente os adultos.

Os cuidados que ele terá não serão alterados pelo resultado. Além disso, faltam medidas eficientes para investigar os sintomas e o uso de opioides (drogas que atuam no sistema nervoso central para aliviar dores fortes) e cirurgias cresce desenfreadamente. “Precisamos desafiar o paciente a uma nova educação. A intervenção cirúrgica não pode ser a primeira opção”, afirma. Para a especialista, porém, o poder de escolha sobre como lidar com a dor muitas vezes não é acertado com o paciente.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a dor nas costas é a maior causa de afastamento do trabalho em pessoas com menos de 45 anos.


Fontes: HSL, IstoÉ, Diário OnLine

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