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Dr. Luiz Pimenta – Especialista em Cirurgia da Coluna Minimamente Invasiva

Visite também: IPC - Instituto de Patologia da Coluna - Cirurgia e Tratamento da Coluna

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Fusão espinhal lombar

A abordagem tradicional para tratar a dor e/ou incapacitação devido à doença degenerativa lombar é a fusão espinhal. Essa cirurgia envolve a formação de conexão óssea direta entre a vértebra junto ao disco ou discos responsáveis pela dor; o alívio da dor ocorre pela interrupção do movimento do(s) disco(s) que promove(m) a dor. A instrumentação espinhal na forma de espaçadores intervertebrais e/ou parafusos pediculares proporciona suporte estrutural interno enquanto o osso se funde. 

Complicações mais comuns associadas com a fusão espinhal?

Podem incluir:
Infecção pós-operatória é a complicação mais comum, ocorrendo em cerca de 1 a 5% dos casos. O risco de uma infecção pós-operatória é mais alto quando é utilizada fixação metálica e também no caso de diabetes e pacientes acima do peso.Dor na posição do enxerto ósseo na pelve, se for usado, é muito comum durante as primeiras 6 a 8 semanas após a cirurgia. 

Imagem: Spinal Kinetics, Inc., fabricante do disco artificial M Spinal Kinetics, Inc. SPINAL KINETICS,

MOTION FOR LIFE, M6, CAP

Se foram utilizados implantes metálicos e a fusão não se consolidou, eventualmente os parafusos ou hastes poderão se soltar ou romper, já que eles não terão a capacidade de estabilizar a coluna indefinidamente. Os fatores de risco individual do paciente também desempenham um papel nas taxas de fusão (por exemplo, pacientes que fumam apresentam taxas de fusão mais baixas). 

Como é realizada a substituição de disco lombar artificial?

Atualmente, implantes artificiais de discos são projetados para serem colocados dentro do espaço discal a partir da posição frontal e central. Para isso, a abordagem cirúrgica é realizada anteriormente (pela frente), alcançando a coluna e o disco através dos conteúdos abdominais (retroperitoneal) a partir de uma incisão na, ou próximo, da parte frontal do abdômen. Esses vasos normalmente são encontrados diretamente na superfície frontal da espinha dorsal e devem ser movidos e protegidos para se trabalhar com segurança na espinha dorsal. As fusões espinhais anteriores são comumente realizadas através dessa mesma abordagem.

O que é melhor, substituição de disco artificial ou fusão espinhal? 

Os benefícios em potencial da substituição de disco artificial, incluindo a retenção da mobilidade e o limite da sobrecarga nos discos adjacentes, devem ser comparados com o desgaste potencial do implante ao longo do tempo e o futuro desconhecido das facetas articulares móveis e outras possibilidades.

Nada pode substituir uma completa e franca discussão com o seu médico ou com mais de um médico cirurgião, sobre as opções cirúrgicas e não cirúrgicas, assim como é recomendável a discussão sobre os riscos de qualquer fusão espinhal ou procedimento com disco artificial. 

Como são realizadas as operações? 

Operação na parte frontal da coluna (anterior), nas costas (posterior), ou ambas (anterior/posterior, circunferencial, ou ‘360’) são todas opções cirúrgicas em potencial.
• Uso do próprio osso do paciente como enxerto (autoenxerto), de um banco de ossos (cadáver), ou moléculas formadoras de ossos (proteínas morfogenéticas ósseas, ou BMPs) também são opções para ajudar a criar fusão óssea, como no uso potencial de hastes e parafusos metálicos (fixação interna) para ajudar no processo de fusão e minimizar ou eliminar a necessidade de suporte externo pós-operatório.

Os pacientes devem ter certeza de obter todas as informações e discutir profundamente com seu médico sobre as opções cirúrgicas para saber se a fusão espinhal é recomendada como uma opção para tratar a dor na parte inferior das costas.

Substituição de disco lombar artificial 

Nesse procedimento, o alívio da dor é promovido através da remoção do disco responsável pela dor e o movimento é mantido com o uso de um implante de prótese metálica (com ou sem superfície plástica de suporte).  A cirurgia de fusão é ainda, sem dúvidas, a mais predominante e os pacientes devem estar cientes de que a maioria deles não estará apta para uma substituição de disco, já que ela só pode tratar tipos limitados de patologias discais.

Antes de considerar qualquer tipo de cirurgia, os pacientes com dor crônica na parte inferior das costas devem primeiramente lembrar que nem todos os tipos de dor podem ser tratados através de cirurgia. Um tratamento não cirúrgico não significa que a cirurgia seja necessariamente a próxima etapa. 

Isso limita a mobilidade do paciente?

Como um dos objetivos da fusão espinhal é interromper o movimento doloroso do disco ou da faceta articular, esse procedimento enrijece a coluna como uma medida necessária. Entretanto, se antes da operação o movimento da parte inferior das costas for severamente limitado devido à dor, o movimento clínico geral após a fusão pode ser similar ou até mesmo melhor do que antes da cirurgia, se a dor for aliviada com sucesso. Não será um problema para o segmento L5-S1 se ele sofrer uma fusão, já que esse segmento era o que tinha a menor capacidade de movimento.

Isso Garante alívio da dor?

Infelizmente a cura bem-sucedida não é garantia para o alívio da dor. Foram relatadas taxas de fusão de 60 a 95% ou mais, dependendo da técnica de fusão usada (taxas mais altas de fusão geralmente são vistas com a utilização de técnicas mais invasivas, com maiores riscos para a cirurgia), mas o sucesso clínico em termos de melhora satisfatória na dor pré-operatória ocorre em apenas 50-80% dos pacientes.  Os casos em que um paciente continua a ter dor apesar de ter feito a cirurgia de fusão, geralmente são chamados de síndrome de falha na cirurgia da coluna.